quarta-feira, 8 de julho de 2009

Coletivos - Débora Locatelli


No texto, aprendi muitas coisas que nunca tinha ouvido falar. Achei muito interessante jeito de se expressarem pela arte e seu jeito de pensar, pois é um grupo de pessoas que pretendem fazer arte, através de coisas grandiosas, outra coisa que também me chamou a atenção é que eles não precisam de ''fama'' para seu auto-estima, fazem arte porque gostam e não para aparecerem.

A sua idéia é sair do normal , por exemplo, o Gelitin grupo de quatro vienenses que se especializou em obras que interage com o público, o coelho abandonado na Itália, como podemos ver na imagem ao lado, pode ser escalado, explorando como se você fosse um verme em um animal em decomposição.
Assim concluímos que os coletivos são artes futurísticas, com a idéia de não pensar no passado e sempre seguir em frente, para que o futuro seja o nosso hoje, e para isso os coletivos estão atuando pelo mudo inteiro, tentando influenciar, de uma maneira positiva, a sociedade.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Coletivos - Maria Júlia Gofferjé


O texto abordado me intrigou muito, pois em questão os coletivos nada mais são do que um grupo de pessoas que pretendem fazer arte, através de coisas grandiosas. Uma das coisas que me interessou, foi que eles não necessitam da"fama", isto é, em algumas obras do coletivo os autores preferem não ser identificados, pois não sentem a necessidade de ser rotulados como artistas.

Esse tipo de arte, algo que me intriga, é que sua função é mudar a atualidade, quer dizer, os coletivos pretendem expandir pelo mundo esse novo estilo de arte, sair do passado, sem ter nenhuma influencia com ele, mas sim, com a publicidade.
Dessa forma podemos concluir que os coletivos são uma maneira nova de ver a arte, a qual está totalmente ligada ao futuro e o moderno, um jeito onde ninguém precisa ser um artista com fama para fazer um desses projetos. Gostei muito de conhecer os coletivos e penso que eles vão influenciar muito nossa sociedade em relação ao moderno e ao artístico.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Crítica: Rebobine, por favor

O filme "Rebobine, por favor", de Michel Grondy, nos remete aos antigos filmes produzidos durantes os anos 80 até os anos 90, e início do século XXI. Tendo como base o humor satírico, o filme critica a sociedade contemporânea atual, principalmente as grandes produções hollywoodianas.
A eficiente técnica de usar efeitos retrógrados, nos faz voltar a era VHS. Além disso uma das grandes críticas dentro do filme, é o desuso, por meio da população em geral, à antigos aparelhos, e como o ser humano se adapta facilmente com as coisas.
O roteirista do filme é o diretor, o que é atípico numa produção de grandes filmes. Acreditamos que, o filme é cansativo e enfadonho, porém apresenta bom núcleo artístico e gastos de US$20.000.000, o que pode ser considerado alto, para um filme com poucos recursos visuais.

★★★

A Equipe.+ + + + +

terça-feira, 7 de abril de 2009

Crítica de Onde os fracos não tem vez

Foi dirigido por Ethan Coen e Joel Coen, dois irmãos.
O filme conta a história de um psicopata, que está sempre com sua pistola de pressão, pois a usa para matar suas vítimas. No final eu fiquei muito irritada, pois todas as pessoas morreram e o assassino sobreviveu. Mas o filme é bom e acho que mostra muito fatos da vida, pois existe muitas pessoas loucas por aí e isso pode nos alertar também. Gabriela + + + + +

quarta-feira, 25 de março de 2009

Diário de uma paixão - SINOPSE E CRÍTICA

O filme começa com um homem idoso visitando sua amiga que tem Alzheimer em um asilo. Ele conta um pedaço da história de um casal adolescente (Allie Hamilton e Noah Calhoun) toda noite.
Na cidade de Seabrook, na Carolina do Norte, durante os anos 40, Allie Hamilton, uma adolescente de família rica, vai passar o verão na casa de praia da família. Lá ela conhece Noah Calhoun, um morador de Seabrock que é operário. Os dois se apaixonam perdidamente, embora seja só um romance de verão.
Eles são separados por vários fatores, como o fim do verão, a desaprovação por parte dos pais de Allie e a Segunda Guerra (na qual Noah é mandado), mas ambos nunca esqueceram o outro. Quando Noah volta para casa após a guerra, ele descobre que Allie está noiva de Lon, um soldado que conheceu quando foi voluntária num hospital.
Quando Allie descobre o paradeiro de Noah, ela vai visitá-lo em Seabrook, e acaba ficando uns dias na cidade sem dar notícias. Allie descobre que seu noivo foi procurá-la e Noah pede que ela escolha ele ou Lon.
Após ouvir alguns pedaços da história, a senhora idosa, lembra de suas memórias e percebe que seu amigo está contando suas histórias. Ela é Allie e ele é Noah.
Camilla, Maria Júlia e Débora
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quinta-feira, 19 de março de 2009

A arte em forma de lambe-lambe

Os alunos do primeiro ano da Escola Barão do Rio Branco apresentaram durante o mês de fevereiro suas propostas de cartazes promocionais, ou lambe-lambes, da festa Sweet Nightmare organizada pelos alunos das oitavas de 2008. Para isso, foram formadas várias equipes por sala de até 6 alunos e criaram seus projetos. Cada qual com diferentes estilos de variados gostos. Depois disso cada sala escolheu um lambe-lambe para reprensentá-la. Com isso, 3 lambe-lambes foram escolhidos, e, a partir daí as três equipes passaram divulgando a festa nas salas do ensino médio e das oitavas séries. Leonardo + + + + +

quarta-feira, 18 de março de 2009

Urbano

Caminhando por nossa cidade, podemos perceber como a arte está ao nosso redor. O que estava em museus e galerias, até o começo do século passado, hoje em dia se mistura aos nossos olhares diários. A intervenção que a arte faz na cidade gera o urbanismo, fazendo um cartaz, uma pichação, um grafitte ser uma parte do ambiente. Cada vez mais a street art ou arte de rua está adquirindo mais espaço em nossa sociedade, saindo da periferia, em locomoção aos grandes centros sócio-culturais. A arte de rua se renova a cada dia, gerando sempre novos estilos de arte. Nos grandes centros urbanos, a arte de rua pode muito bem passar de um simples desenho ou grafitte, podendo se tornar grandes instalações e grandes esculturas nas ruas. Já, no caso de nossa cidade, a arte se manifesta através dos grafittes e cartazes colados em postes, prédios e casas abandonadas, e até mesmo em outdoors. Leonardo. + + + + +